17 de janeiro de 2016

Seduce Me: Matthew (parte 1)

Oi oi, pessoal! Crys-chan chegou com Seduce Me! Espero que gostem! :)

Isso é uma narrativa interativa ficcional. Qualquer semelhança de personagens às pessoas da vida real são puramente coincidências. Também, por favor, sabia que o respectivo jogo é feito para público +16. Por favor, saiba que temas sexuais/violentos são explorados nesse jogo. Avisos de conteúdo: Abuso, Estupro implícito, e Suicídio. Você foi avisado. Por favor, divirta-se.
???: Oh, olá. Meu, não é você uma linda visão? Posso eu ser honrado o suficiente para saber seu nome?
{Eu usarei o nome oferecido pelo jogo, “Mika Anderson”.}
???: Mmm... Um nome adorável para uma pessoa adorável como você. Maravilhoso.
???: Erik, faça seu trabalho.
???: Muito bem. *ahem* Esse jogo foi produzido por Seraphim Entretenimento sob a direção de Michaela Laws e distribuído por Ren'py Visual Novel Engine. Nós verdadeiramente esperamos que você goste dessa história. Eu sei que gostarei já que você estará nela.
???: Erik.
???: Certo, certo. Até mais, minha querida.
Em algum lugar...
???: DAH!!!
???: AHHH!
???: V-Vamos lá! Isso é tudo que você tem?!
???: Quer me testar, babaca?! Merda! Errei...
???: Vamos recuar por agora!
???: S-Sem brincadeira! Vamos sair daqui!
???: Isso mesmo! É melhor correr, seus punks estúpidos! Fiquem longe do nosso território!!
Chame de destino ou chame de coincidência. Aquele momento de violência começou uma cadeia de eventos que eu nunca esquecerei.
Sra. Philips: Essa fórmula, criada nos anos 70, é uma das mais importantes no campo da teoria financeira. É usada para calcular o preço de opções no estilo europeu e é amplamente usada por comerciantes de opção, embora haja algumas discrepâncias que estão agora corrigidas com o moderno ponto de vista.
Chuva. Já faz um longo tempo desde que tivemos chuva por aqui. Mas é a época do clima chuvoso, então não é exatamente tão surpreendente. Pessoalmente, eu amo o som disso. O modo como as gotas de chuva caem - como o macio toque de dedos - era tão calmante. Até mesmo olhando para as gotículas batendo no vidro da janela era estranhamente calmante. Por essa razão eu me senti sortuda por ter um assento próximo à janela, mesmo que eu gastei mais tempo encarando o lado de fora do que prestando atenção na aula. As palestras na sala estavam bem entediantes. A voz da senhora Philips não era soporífica, mas eu apenas não estava interessada no que ela estava falando. E já que era o período bem antes do almoço, tudo sobre o que eu podia pensar era fazer outras coisas em meu tempo livre. Honestamente, eu realmente não me importava muito com economia. Claro, eu tinha boas notas nessa aula, mas apenas porque eu li o livro-texto e fiz meus trabalhos como deveria. Eu apenas estava tendo esta aula porque era obrigatória. Se fosse por mim, eu provavelmente teria pegado outro curso. Sorte que era meu último ano, então depois deste semestre significaria o fim dos cursos do colégio pra sempre. Graças a Deus por isso. Eu não odiava o colégio. Era apenas meio mundano como os dias passavam e passavam como se não houvessem fim. A única coisa que eu realmente aprecio sobre ir para o colégio era encontrar minhas amigas e passear com elas, mas era meio que só isso. Resumindo, eu estava cheia do colégio. O começo do segundo semestre trouxe uma nota de finalidade a isso. Eu já apliquei a muitas universidades no primeiro semestre, e eu estava esperando respostas em algum momento nos próximos meses. Parecia o começo de algo novo. Algo que poderia mudar. Isso é, se coisas pudessem mudar. Eu encarei a fraca linha de gotas d'água a distância. Por agora, eu estava presa nessa aula.
Sra. Philips: Senhorita Anderson.
A voz alta da senhora Philips interrompeu minha linha de pensamento. Logo quando eu estava pensando sobre a aula. Eu rapidamente virei minha cabeça para encarar a professora. Esperançosamente ela não me escolheu apenas porque ela percebeu que eu estava distraída.
Mika: Um, sim senhora?
Sra. Philips: Você se importaria nomear a equação que eu coloquei no quadro-negro?
Oh, eu acho que eu li sobre isso no livro-texto noite passada. Isso seria...
Mika: A fórmula modelo Black-Scholes.
Sra. Philips: Muito bom como sempre, senhorita Anderson.
Anderson. Isso me seguia para onde quer que eu fosse. A maioria das pessoas não me conheciam realmente pelo meu primeiro nome, mas sim pelo meu sobrenome. Sem dúvida desde que o sobrenome era a marca comercial da internacionalmente famosa e filantrópica “Brinquedos da Família Anderson”. E porque o fundador era meu próprio avô. Suzu, uma das minhas melhores amigas, virou e orgulhosamente me deu um soco no ombro.
Suzu: Mandou bem, garota!
Atrás de mim eu ouvi Naomi, outra das minhas melhores amigas, limpando sua garganta em óbvia desaprovação da escolha de palavras de Suzu.
Naomi: Ela quis dizer “bom trabalho”.
Sra. Philips: Senhorita Cappini.
Suzu: Oy.
Sra. Philips: Importa-se em me dizer quem foram os criadores desta fórmula?
Suzu: Uhhh... Uns caras chamados Black e Scholes.
Naomi: Fischer Black e Myron Scholes.
Sra. Philips: Muito bom, senhorita Patterson.
Suzu: Exibida.
Naomi: Melhor estudar da próxima vez, Suzu. Seja como nós e estude de vez em quando!
Suzu rolou seus olhos e relaxou em sua cadeira enquanto Naomi lhe dava um pequeno sorrisinho. Ela sempre fazia beicinho quando Naomi se exibia.
Sra. Philips: Esse é o fim da palestra de hoje. Agora, separem-se em grupos e trabalhem em seus projetos. Lembrem, tudo está marcado para segunda-feira. Vão em frente, agora.
Antes que eu soubesse, Suzu e Naomi tinham movido suas mesas para alinhar com a minha, e nós viramos As Três Mosqueteiras. Quando quer que o professor deixasse os estudantes decidirem os grupos, nós sempre nos juntamos em nosso pequeno trio. Foi um golpe de sorte que nós todas conseguimos ficar na mesma sala, então nós tínhamos ao menos que aproveitar a oportunidade e ficarmos juntas o quanto pudermos. Aliás, nós éramos mais confortáveis ao redor de cada uma, que, digamos, comparada a estar junto de qualquer outro colega de classe. Apenas fazia sentido para nós unir nossas cabeças juntas em qualquer tipo de projeto. Eu peguei o pôster em que nós estávamos trabalhando e rolei-o aberto nas três mesas. Nós estávamos bem terminadas cumprindo a maioria das orientações para o projeto, mesmo que precisássemos adicionar alguns toques finais aqui e ali. Depois de tentar fazer o pôster um pouco mais bonito, nós nos afastamos e inspecionamos nosso trabalho para ver o que ainda precisávamos fazer. Naomi, como sempre, foi a primeira a procurar por algum problema. Ela levemente tocou o lápis contra seu queixo, encarando intencionalmente o projeto.
Naomi: Certo, então vejamos. Nós terminamos a seção de orçamentação, a locação do edifício, e os custos pro trabalho. Que mais nós precisamos?
Suzu se esticou para olhar o pôster, e massageou seu queixo. Depois de alguns segundos, sua face brilhou e ela falou.
Suzu: E quanto ao nome da companhia?
Naomi: Huh? Nós realmente pulamos isso?
Suzu: Claro que sim! Você sempre vai direto para as estatísticas lógicas e tudo mais que você completamente ignorou o fato de que nós precisamos de um nome para nossos projetos!
Naomi: Gahh! Pelo menos nós nos lembramos dessa vez! Como nós o nomeamos?
Suzu: Hmmm, não tenho certeza... O que você acha, Mika?
Isso sempre recaía sobre mim. Sempre que havia algo para ser nomeado ou titulado, eu era a decisão final e mestre, mesmo quando eu não queria ser.
Naomi: Eu gosto da “Corporações Trindade”!
Suzu: Isso é MUITO previsível! Que tal a “Companhia do Dragão”!?
Naomi: O que dragões têm a ver com o nosso projeto?!
Suzu: O quê?! É um nome totalmente imprevisível! É quente!
Naomi: Mas nossa companhia vende chiclete de goma!
Suzu: Quem disse que nós não podemos produzir chiclete apimentado!?
Naomi: Ughh!! O que você acha, Mika?
Suzu: Yeah, o que você acha, Mika?
Ambas me olharam com expectativa, mesmo que eu mesma não tivesse muita certeza. Eu realmente não queria escolher lados, mas se fosse por mim, eu diria...
-Eu gosto da Companhia do Dragão! {+Caos}
-Corporações Trindade parece bom. {+Ordem}
Suzu: Booyah! É a Companhia do Dragão!!
Naomi: Certo, agora que nós decidimos no nome, agora o que?
Logo que nós terminamos nosso jogo do nome, uma risadinha embaralhou meus pensamentos.
Lisette: Hahaha!
Mika: Huh? Quem foi?
Suzu: Ignore. É apenas Lisette.
Eu olhei por cima do meu ombro para vê-la rindo com seu círculo de amigos, mais composto pelas pessoas populares que eram praticamente amigos com todos no colégio. E como resultado todos no colégio os conhecia. No centro disso estava Lisette White. Ela sentava com uma postura que indicava que ela ainda estava trabalhando, mas que ela também estava pronta para casualmente papear sobre seu dia. Ela tinha uma cativante balança de carisma e desconforto que estava prontamente aparente quando ela conversou com alguém pela primeira vez. Era fácil fazê-la sorrir e rir, e ela era bem uma comediante também. Basicamente, ela era perfeita. Não que ela fosse um robô ou algo assim, mas ela era a estudante que todos queriam ser. Lisette era brilhante, maleável, e, acima de tudo, tinha seu futuro bem na sua frente. Diferente dos estudantes normais, ela sabia o que queria fazer depois do colégio e, como resultado, ela era confiante e ambiciosa, mesmo que algumas vezes isso pudesse levar um monte de pessoas a pensar errado. Mais que isso eu a conhecia desde que era jovem, mas isso em última análise resultou em uma rivalidade que continua hoje. Claro, minhas amigas sabiam o que havia entre nós, e vendo-me encarando-a, elas mudaram sua atenção para ela.
Naomi: Ela nem parece que está trabalhando, em minha opinião...
Suzu: Ela provavelmente está, mas ela é uma patricinha muito arrogante para permitir a si mesma para parecer que está na verdade fazendo trabalho.
Naomi: Oh vamos, Suzu. Ela pode ser um pouco... desagradável, mas ela não é a grande patricinha que você está fazendo-a parecer.
Suzu: O dia que ela não é uma patricinha é o dia que eu viro você.
Naomi: O que isso deveria significar?
Suzu: Deixa pra lá... Já era hora. Vamos nos mandar!
Sem surpresa, Suzu foi a primeira a sair da sala, pendurando sua mochila sobre seu ombro com facilidade enquanto rapidamente passeava pela porta afora.
Naomi: O assento dela não é nem o mais perto da saída e ela sempre dá um jeito de ser a primeira a sair pela porta... Eu não acho que vou entender isso...
-Eu desejo ser tão rápida quanto ela a sair daqui... {+Caos}
-Somos duas, Naomi. {+Ordem}
Ela me deu um sorriso, como se estivesse aliviada pelo fato de eu me sentir do mesmo modo que ela.
Naomi: Vê? Por que ela não pode apenas ser normal como nós duas?
Mika: É a Suzu, Naomi. Pense sobre isso.
Naomi: Bem verdade, haha!
Suzu: Cara, vocês são lentas. Vocês estão vindo ou o quê?
Naomi: Nós te ouvimos na primeira vez. Nem todo mundo tem propulsores de foguetes presos às suas pernas quando toca o sino.
Suzu: Tá brincando comigo? Aquela aula estava ridiculosamente chata. Até mesmo a Senhorita Valedictorian aqui estava cochilando um pouco.
Mika: Ahaha... Eu admito que eu estava distraída. E só porque eu respondi uma pergunta não significa que eu sou automaticamente a valedictorian.
Naomi: Okay, então não estava tão interessante, mas você deveria pelo menos prestar atenção quando Philips está falando sobre as partes importantes.
Suzu: Então você finalmente admite isso! Nós estamos finalmente no mesmo barco. Bem-vinda ao clube, Patterson.
Naomi: Por favor. Não me chame pelo meu último nome. Isso não é a sala de aula. E nunca em um milhão de anos nós veremos as coisas olho-no-olho.
Apesar disso, elas explodiram em risos. Normalmente, qualquer um pensaria que opostos como elas nunca se associariam com a outra, mas mesmo que elas fossem tão diferentes, sua amizade de algum jeito fazia muito sentido. Talvez elas apenas fossem perfeitos complementos, ou personalidade apenas não dita a possibilidade de sua amizade... Depois de tudo, nós três somos melhores amigas desde a pré-escola.
Suzu: Certo, então onde nós estamos indo primeiro? Cafeteria? Eu acho que nós podemos todas concordar que estamos realmente famintas, especialmente depois de ouvir sobre a linha de deliciosos chicletes apimentados da nossa companhia.
Naomi: Quem compraria isso, eu imagino...?
Suzu: Eu! Eu pagaria um bom dinheiro para ter um gosto disso.
Mika: Haha, você realmente gosta de comida apimentada, depois de tudo.
Nós entramos na cafeteria, um lugar movimentado cheio dos aromas de diferentes tipos de comida. Enquanto entrávamos na fila, nós ordenamos nossas refeições e conversamos livremente.
Suzu: Batatas-fritas cajun e o hambúrguer de galinha apimentado pra mim! Essa é a minha definição de uma boa refeição.
Naomi: Eu terei um sanduíche de tuna e um pouco de suco... Você provavelmente vai precisar de água ou alguma coisa para conter todo esse sabor apimentado, Suzu.
Suzu: Eu não posso ser domada pelos gostos disso. Se for apimentado, então tem que ser tudo ou nada.
Naomi: Você é maluca!
Suzu: Isso aí, eu sou maluca!
Naomi: Eu acho que vou pegar um migraine...
Mika: Eu acho que vou com...
-O que Naomi escolheu, também.
-Batatas-fritas Cajun e hambúrguer de galinha apimentado, também!
-Apenas Mac e Queijo e um refrigerante.
Mika: Isso parece bom.
Uma vez que pegamos nossa comida, nós sentamos numa das mesas vazias, colocando nossas mochilas de lado para finalmente mergulhar na comida. Suzu inclinou para trás em sua cadeira, balançando-a para trás para que assim ela pudesse descansar seus pés na mesa do lado de sua comida.
Naomi: Certo então, tem algo que nós queremos conversar sobre?
Suzu: Haha! Já entediada?
Naomi: Eu sei! Vamos falar sobre—
Suzu: Diga “garotos” e eu nunca falarei com você novamente.
Naomi: Awww! Por que não?!
Suzu: O que tem de tão interessante em conversar sobre caras?! Não é como se alguma de nós terá um namorado em breve.
Naomi: Nós não sabemos disso! E se uma de nós realmente arranjar um namorado?
Suzu: Como se isso fosse acontecer, Naomi. Olhe para nós! Eu sou uma italiana baixinha, você é uma loira desatenta—
Naomi: Hey!!
Suzu: SEM OFENSA!... E Anderson aqui... Bem... Eu acho que ela pode arranjar um namorado ou namorada se ela quiser.
Naomi: Ou namorada?
Suzu: Ela pode ser lésbica, se ela quiser.
Naomi: Verdade.
Mika: Tá tudo bem, Suzu. Eu não tenho certeza se quero um namorado ainda.
Suzu: Por que não? É nosso último ano! Deve também arranjar um namorado!
Naomi: Talvez ela apenas não esteja interessada num relacionamento, Suzu.
Mika: Bom...
Realmente não era sobre querer um relacionamento, mas sim que por aqui não há ninguém interessante o suficiente para estar num relacionamento com. Não me entenda errado, eu sou uma pessoa aberta, mas aqui não tem muitos caras interessantes no colégio para sair com...
Mika: Quem sabe? O tempo dirá.
Naomi olhou pra mim, querendo continuar a conversa. Entretanto, antes que ela pudesse falar, os autofalantes no café ligaram e um anúncio ecoou pela cafeteria...
Interfone: Senhorita Anderson, por favor venha até o escritório principal imediatamente. Por favor, traga suas coisas com você.
Naomi: Oh, meu...
Suzu: Parece que nossos planos foram cortados. Os homens em jalecos brancos finalmente vieram te pegar, ahaha!
Naomi: Suzu, não brinque com isso! E se for sério?
Suzu: Ehhh, tá bem. Se alguma coisa acontecer, apenas ligue pra gente.
Engraçado o suficiente, alguma coisa realmente aconteceu.
Esse é o fim da parte 1! Até a próxima! :)

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